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02/07/2018 08:32h - Atualizado em 02/07/2018 08:36h

Participação popular contribui com a segurança nas rodovias mineiras

Por SEGOV-Governo de Minas-Central de Imprensa
Nova metodologia de manutenção dá voz aos usuários, facilitando a fiscalização dos serviços contratados
Nova metodologia de manutenção dá voz aos usuários, facilitando a fiscalização dos serviços contratados

 

Rodovias com maior qualidade de tráfego e com mais segurança. São estes os resultados imediatos da implantação pelo Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER/MG) da nova metodologia de manutenção das rodovias estaduais. Além disso, os usuários passaram a ter voz e vez, já que a participação popular é estimulada e fundamental para a realização dos serviços.

Atualmente, das 40 regionais do DEER por todo o estado, 36 já têm contrato assinado no novo modelo de conservação por quilômetro – os quatro restantes estão em fase final para assinatura dos contratos – significando um investimento para manutenção das rodovias, até maio, de R$ 65,033 milhões, em 17.950,3 quilômetros.

No contrato por km, após as intervenções iniciais, a empresa é obrigada a colocar, nos dois sentidos dos trechos, placas informativas contendo o número 155 (opção 6), para que o usuário também seja um fiscal atuante quanto a qualidade dos serviços prestados. Atualmente, 24 das coordenadorias regionais já fizeram os trabalhos iniciais e estão com as placas instaladas, totalizando 702.

Avanços

Os serviços executados são de conservação rotineira:  sinalização horizontal e vertical; limpeza de placas de sinalização; tapa-buracos; caiação; limpeza dos dispositivos de drenagem superficial; reparo de dispositivos de drenagem; limpeza e desobstrução do corpo e bocas dos bueiros; roçada e capina; e desobstrução da via (envolve apenas serviços para dar condições de trafegabilidade sem que haja transporte dos materiais removidos para fora da estrada).

O novo modelo em vigor também facilitou o trabalho de fiscalização, pois são 11 itens para verificação, na maior parte das vezes visual, além da própria melhora na conservação, principalmente nos serviços de drenagem, cujo custo era muito elevado em toda a malha rodoviária. A sinalização vertical em muitas coordenadorias já estava com déficit considerável e com o novo modelo passou a ser obrigatória a substituição e implantação da sinalização vertical.

Além disso, já é possível a padronização da conservação em todo o Estado, mantendo o foco na manutenção preventiva e previsibilidade na execução do contrato por meio do Termo de Referência -  a empresa sabe o que fazer e o DEER sabe o que fiscalizar.